HOME  LINKS  CONTACTOS  PARCEIROS              
Sabia que quanto maior a quantidade de água e fibra e menor a quantidade de gordura de um alimento, menor é a sua densidade energética?
os rituais
Ritual do Dia Novo
3
Gestão de pensamentos negativos

Sabia que o sentimento de bem-estar é determinado, em grande parte, pela relação entre as emoções positivas e as emoções negativas do nosso dia-a-dia? E que não é a ausência de pensamentos e emoções negativas que determina uma vida mais equilibrada, mas a gestão que deles fazemos?


Ritual: Tente identificar que tipo de emoção cada pensamento suscita, e até que ponto determinada emoção contamina a sua forma de pensar. Desafie-se a complexificar: ao invés de etiquetar emoções e pensamentos em “bons e maus”, procure reflectir na mais-valia que todas as experiências podem constituir.


A promoção do bem-estar pessoal não se constrói unicamente com emoções positivas, como a alegria e o prazer. Se fosse tudo positivo e satisfatório perderíamos a capacidade de apreciar e sentir. Afinal apreciamos a existência de sol porque existem dias de chuva. Por outras palavras, são as dificuldades e os momentos menos bons que nos fazem valorizar o equilíbrio. Na realidade, o atingir do bem-estar passa sobretudo pelo grau de satisfação que temos perante a vida, no decorrer do balanço contínuo entre prazer e dever, êxitos e frustrações, alegrias e preocupações …

No entanto, se não forem bem geridas as preocupações e as dificuldades, ao invés de se constituírem como degraus a subir na direcção do bem-estar, funcionarão como bloqueios, limitando a descoberta de soluções mais positivas.

De facto, a centração excessiva em pensamentos negativos e expectativas de ineficácia contamina todo o estado emocional com tonalidades cinzentas (“nunca vou ser capaz, é sempre a mesma coisa, acontece-me sempre algo que estraga tudo…”), levando-nos a acreditar que se alguma coisa em específico correu mal, toda a nossa vida sofrerá também esse trágico desfecho. Os pensamentos de tristeza, desencorajamento e pessimismo levam-nos assim para um “complexo de inferioridade”, que importa combater e ultrapassar. De que forma contornar então esta sensação de insatisfação permanente?

A CONSIDERAR:

•    Lembre-se que uma moeda tem sempre duas faces… e até do mais banal sofrimento podemos retirar contribuições positivas e criativas! Por muito má que seja a situação e os sentimentos por ela suscitados, alguma “mais-valia” lhe pode ter trazido (nem que seja a capacidade para melhor lidar com ela em situações futuras!). A nossa vida não é a preto e branco, o truque é tentar olhar para ela “a cores”, procurando o máximo que nos pode dar.

•    Tenha presente que, se a partir de uma experiência negativa consegue reunir uma lista infindável de desvantagens e provas contra si mesmo, haverá também experiências positivas que lhe podem suscitar motivos de sobra para se sentir bem consigo próprio.

•    Se em determinado momento do dia há aspectos em si em que se sente menos competente, não insista em valorizar essa limitação. Em alternativa, procure ajuda para superar as suas limitações e reforce as áreas onde de facto se considera habilidoso! Já pensou que até quem não sabe cozinhar poderá contribuir com exemplares funções de apoio (p.ex., colocando a mesa de forma “especial”) tornando a refeição mais atraente?

•    Procure analisar cada situação de uma forma imparcial e sem generalizações, especialmente quando sente invadido por sentimentos mais pessimistas ou negativos (p.ex., fui incompetente neste trabalho, logo sou uma pessoa incompetente).

•    Evite pensamentos demasiado extremistas acerca da sua vida e de si mesmo. Expressões do tipo “A minha vida sempre foi assim”; “Jamais irei…”; “Esta é uma opção errada”; “A partir de agora tudo vai ser diferente”, são geralmente pouco realistas.

•    Evite culpabilizar-se demasiado pelas situações negativas que aparecem na sua vida ou pensar que são indefinidamente duradouras. Em alternativa, porque não equacionar que as situações adversas poderão simplesmente dever-se a causas externas e alheias a si e que estas terão, naturalmente, uma duração limitada e passageira?

•    Analise a utilidade dos seus pensamentos negativos quando estes teimam em atormentá-lo: qual a probabilidade de que a interpretação que estou a fazer seja (in)correcta? Que interpretações alternativas poderia fazer deste acontecimento? Entre as duas, qual é a interpretação mais viável? O que me diria outra pessoa acerca disto? Será que este pensamento me ajuda a conseguir os meus objectivos? Ajuda-me a resolver este problema? Ajudar-me-á a sentir bem?

•    Depois de ultrapassada determinada circunstância menos positiva, reflicta sobre o seu trajecto, sobre os seus pensamentos e sobre as reacções que teria evitado ou moderado se pudesse voltar atrás. Talvez seja uma boa aprendizagem para mais facilmente superar situações similares futuras.


Comentários e Respostas

José Gama - 7/5/2009 10:14:35 PM
É dificil encaixar esta simplicidade no dia a dia. A vida não é um programa de televisão onde supostamente podemos ter "on"/ "off", no caso de gostarmos ou não da emoção transmitida pelo programa que visionamos. Acredito que poderemos até certo ponto comandar as nossas emoções. Mas como em tudo na vida o problema é sempre o topo da cadeia de comando. A "caixa dos pirolitos" "mona" agora a sério, o nosso cérebro. Esta máquina maravilhosa e complexa de quando em vez, prega-nos algumas partidas. Se não vejamos através deste pequeno problema: -Num quadrado perfeito com 2m de lado qual a área total do mesmo? -Fácil. 4 m2 certo? -Para duplicarmos esta área (8 m2),quanto tem de medir cada lado do quadrado? (se conseguirem responder em menos de 10 segundos estão de parabéns. Caso contrário, aconselho que revejam sériamente os vossos níveis de raciocínio lógico. E a resposta correcta é? 2.828427125125...m Claro que estava a brincar. Esta é uma conta que não é simples de calcular "de cabe




Nome:
 
Comentário:
 Classificação dos Utilizadores: 0



 NutriçãoActividade FísicaBem-Estar
3
3

 

Bookmark and Share